Marlene Emilie Lyngstad sabe que seu primeiro longa-metragem pode incomodar. A obra acompanha um homem atraído por sua enteada de sete anos. A diretora admite que parte do público pode deixar a sala antes do fim.
Para Lyngstad, esse desconforto não é um efeito colateral. É o ponto. “Eu só quero que as pessoas pensem em todas as questões que ele traz à mesa”, afirmou a diretora.
A declaração resume a aposta de sua estreia na direção de longas: em vez de oferecer respostas ou julgamentos prontos, o filme empurra o espectador para o centro de um dilema moral desconfortável.
O longa marca também a primeira experiência de atuação de Gina Jaqueline, que veio do OnlyFans para o papel. A produção foi exibida no Festival de San Sebastian.
Fonte da notícia: hollywoodreporter.com
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